Wednesday, January 31, 2007

Venezuela e sua "Revolução Bolivariana": uma "situação crítica"

Olha só, chegou a vez de Ariane Szeliga, ao vivo de Curitiba-PR, dar uma participada no S.C.

Então, estou propondo uma discussão a respeito das últimas obras de Hugo Chávez, o presidente venezuelano que, mais uma vez, deixa a todos perplexos com sua mais nova medida; parece que está querendo entrar para o grupo das Powerpuff Girls (e ele seria el powerpuff niño, claro). Depois da Nacionalização, Chávez agora está habilitado a impôr decretos com força de lei. Esses sonhos napoleônicos deixam os EUA de cabelos em pé e agora estão até prestando mais atenção aos passos da Venezuela. O que será que Simón Bolívar acharia disso tudo?

Dei a deixa, agora vamos discorrer sobre. :)

Wednesday, July 05, 2006

Dó....

Desculpe-me, mas parte do teu texto não entendi.
Aliás, vi um post agressivo somente no teu post, Tiago.

Não vi no post inicial que a copa é algo ridículo, embora sim, boa parte dela seja. Não é o fato da copa ser, mas sim o que acontece na copa; uma alienação total por parte do povo. Não sabem falar de mais nada, não sabem enxergar, por exemplo, da conta de luz que aumentou os preços. E, no caso, o post fazia também uma crítica sober o governo tentar se passar de 'bonzinho' depois de aumentar 20% a conta de luz e diminuir em 10% - tudo para pagarmos mais.
Infelizmente, você caiu em contradição na sua frase: "Proponho então: por que não agir antes de falar coisas tão agressivas?Amigo, nada pessoal, mas é tolice você querer falar que o Brasil é tão ruim e não agir para mudar isso. Todos somos acomodados, e não adianta falar o contrario, é um circulo vicioso!!!"
Primeiro você se contradisse em propor a fazermos algo, e logo depois, dizer que todos somos acomodados. Talvez você tenha escrito mal, tente revisar o texto. O segundo é, mesmo dizendo o post todo sobre agressividade, você também ter sido, tanto em palavras como tolice, ridículo como em inúmeras outras expressões do seu texto. Eu torço pro Felipão sim, porque o personagem Felipão me agrada. Não sou um fanático, mas acharia legal se ele ganhasse.
Vê como o segundo parágrafo da sua frase contradiz-se com o primeiro? No segundo dizes que não devemos contestar a crença; nisso subentende-se gostos (e se não for, gostaria de explicações). E no primeiro você já combate essa idéia de frente, na frase "Dizer que torcer para outra seleção, por apenas ter um tecnico Brasileiro no comando, é ridiculo, não me satisfaz, Desculpe-me.". Você ridiculariza a idéia.

Podemos, SIM, combater e culpar o governo, porque o governo é o culpado por não estarmos bem! Fazemos a nossa parte porque somos os ÚNICOS que são capazes de fazer o que o governo não faz. Você diz que educação é a solução!! Você ve educação?? Você vê dinheiro sendo bem gasto nisso?
Toda a questão de fazermos algo é diretamente proporcional ao tanto que você sabe sobre o assunto (a educação traz isso). Aprofundar-se num problema só te faz conhecer mais sobre ele. É justamente nisso que nos baseamos. A informação é a moeda de troca nesse milênio, para qualquer coisa. Como poderia o povo saber sobre as coisas, se não há educação?
Você pede a solução. Nós temos a solução. Fabricamos em cada post possíveis soluções para isso.

A solução está em nós.

Mudar-nos, nosso próprio mundo, e tentar ensinar ao outro isso. É uma revolução silenciosa. Criar a indignação, uma possível vontade, e, principalmente, mostrar a realidade que são os problemas. Vivemos numa sociedade iludida e maltratada, e faz parte do aprendizado o ensinamento de toda nossa situação.
Mudar-nos... Aprendermos. É isso que se baseia. Termos moral, termos ética, termos massa encefálica, é isso que precisamos. As três coisas essenciais para que nós mesmos possamos enfrentar tudo isso.




Reli meu post e ele tem falhas, mas eu não as consegui identificar. Abusem delas.
E, finalmente, estamos pondo fogo nisso! Hohoho hora de rolar sangue!

Saturday, June 10, 2006

Milhões de Corações Batendo Juntos!

Começa a Copa do Mundo 2006!
Tempo de torcer, de alegria, de sofrer, de vidrar os olhos nas telas de televisão! Vamos todos assistir ao espetáculo futebolístico mundial!
Os melhores jogadores de cada nação! "O brasileiro só sabe pensar nisso!" (Pedro Bial)

É... Começou a copa do mundo 2006.
E realmente, o brasileiro só sabe pensar nisso.

O que mais me espanta nesse país é o quanto de verdadeiros patriotas temos. Quantas pessoas não batem a mão na camisa brasileira e dizem que são patriotas, com tanto orgulho de nosso país!
Puxa vida, eu não consigo imaginar como essas pessoas amam tanto esse país...

É insanamente triste.
É tão triste que tenhamos uma população tão alienada dos deveres civís básicos, e, pior ainda, dos DIREITOS civís básicos.
Digo novamente, nesse país, desde que tenhamos futebol e carnaval, parece que todos serão obedientemente engolidores. A massiva propagação pelos meios televisivos só sabem mostrar isso. E o infelizmente ignorante povo brasileiro engole.
O Brasil pode melhorar, quando as pessoas ligarem mais para a política e em quem elas estão votando do que saberem a escalação de todas as seleções.
O Brasil pode se erguer sim. Quando o carnaval e futebol forem proibidos. E todos entenderem por que. Quando perderem essas duas coisas e o povo perceber que está na penumbra. Que agora, o governo é realmente corrupto (REALMENTE entenderem isso), que eles são constantemente empurrados para baixo, e que eram controlados por esses meios 'alegres'.
Tiramos o doce, para que entendam que não são mais crianças, e assim começarem a agir como adultos.

Monday, May 15, 2006

Estado Crítico

Depois de alguns dias do blog na penumbra, voltamos para uma discussão do que ocorre em cadeia nacional: as rebeliões e terrorismos que vem assolando cidades.
Não preciso especificar tudo que vem acontecendo porque voces devem estar informados. Tiros, mortes, tudo ocorrendo em plena luz do dia nas cidades. O que causa isso?
Pode-se sugerir um golpe de estado? Despopularização do atual governo? Limite de paciencia dos mal-favorecidos? Afinal, quão estranho é conseguirem, mesmo com TUDO que há de segurança, fazer tantas penitenciarias entrarem em rebelião ao mesmo tempo? Nós, o povo, não conseguimos nos rebelar com protestos públicos e chamar a atenção. Eles conseguiram.
Agora vivemos o terror que é necessário até chegarmos a uma ordem, afinal, só agora que o governo vai lembrar de mecher o dedo.
Esperemos. Quem culpa os bandidos? Eles são a mão que mata. O cérebro que pensa, os olhos que enxergam, os ouvidos que ouvem, o nariz que respira e a boca que sente não são culpa deles.

Wednesday, March 15, 2006

Felicidade Espalhada

Realmente, o Tiago falou algo que eu considero certo, ao mesmo tempo que o Henrique também disse algo válido. Sim, Tiago, não há tempo na sociedade atual: têm-se que trabalhar, ganhar dinheiro, estudar. O tempo para "Carpe Diem" está cada vez menor. Porém, eu devo concordar com o Henrique de que pode-se achar prazeres melhores em outros lugares. O nível de desespero ou tristeza para tomar drogas depende de cada pessoa, mas eu creio que é um dos fatores essenciais na ATUAL sociedade para se tomar drogas, porque temos uma campanha anti drogas abrangente e manipuladora.
Porém, eu creio que sua pergunta acaba sendo um pouco sem sentido. Eu não creio - não concordo - que as gerações passadas viviam mais felizes e mais saudáveis. Quanto à felicidade, sempre dependeu do ponto de vista de cada pessoa, mas numa época de guerras - 1ª, 2ª, Guerra Fria - e de ditadura, o povo não vivia tão feliz. Não havia ainda, no passado um pouco mais distante, dois movimentos chamados Hippie e Rock'n Roll que vieram para destruir as barreiras anti drogas. A Igreja era, por si (e desculpem se eu estiver falando algo errado, podem corrigir), contra as drogas, mas não mostrava nenhum motivo científico - como morte de neuronios, da pessoa e dependencia - mas sim mais religioso. A partir desses movimentos, essa barreira foi quebrada, e não se pode culpar as pessoas da época, visto que não havia nenhum tipo de conhecimento científico, e era bom, gostoso, prazeiroso. Numa sociedade já oprimida por governos e religiões, isso se espalhou. Hoje a situação muda, porque há informação. Quanto à saúde, eu tenho certeza de que hoje as pessoas são muito mais saudáveis, porque existem diversas coisas protegendo isso: direitos trabalhistas (isso é, a chance de você se danificar no trabalho é muito menor), muitíssimo mais vacinas, cirurgias, remédios, métodos preventivos.
O ponto que eu quis chegar, e acabei não enxergando o ponto do Henrique sobre ter coisas muito melhores que drogas, era que tudo isso, não importava como, podia acabar de repente. A vida pode sempre acabar do nada, é esse o meu ponto. Porém, é uma chance ainda muito grande dela continuar. E as drogas? Elas podem destruir todo esse futuro.
Sim, ser feliz agora, mudar o mundo agora. Às vezes, porém, parecemos (e somos) incapacitados por algo. Que seja uma emoção ou por uma situação. Ser feliz agora às vezes parece impossível, porque há algo nos tragando para baixo, e o que mais parece certo é sair disso rapidamente. Ser feliz agora talvez então não seja o certo. Talvez as drogas não sejam certas por trazer a felicidade a qualquer custo. Talvez, às vezes, é necessário viver a tristeza como se vive a felicidade. Pedir uma vida feliz sempre pode ser covardia ou medo, seja pedindo essa felicidade às drogas ou a qualquer outra coisa. Se eu morrer? Eu estava apenas vivendo. Fiz o que eu deveria, querendo isso ou não.

Não existe uma vida totalmente feliz. E não deve existir. Essa ilusão nos parece certa talvez porque vivemos felizes na infância. Porque vemos pessoas felizes na televisão, e até mesmo topamos com ela na escola, no trabalho, em qualquer lugar. Muitas delas estão felizes, mas muitas delas sempre estão. Estar feliz me parece inteligente. Viver sempre feliz como um bobo me parece vazio, sem sentido, uma vida incompleta, que não viveu um lado. Não que devamos nos afundar na tristeza - isso nunca - , mas devemos buscar forças em nós mesmos, e superar isso por nós mesmos. Para sermos mais completos.
Aliás, as drogas também fazem parte disso. Mas a tristeza a se pagar para o equilíbrio talvez possa ser grande demais. E as drogas debilitam nossa força para superá-la, acabando assim nos tragando para um buraco.

E não tenho mais nada a falar por agora.

Monday, March 13, 2006

O Que o Amanhã Guarda

Talvez uma pergunta fácil. Difícil. O que o amanhã segura?
A vida é repleta de inconstâncias, e o homem trabalhou, há muito tempo, para tentar diminuí-las. Ser senhor de si mesmo. Prolongar sua vida. Desenvolveu antibióticos, remédios, cirurgias, vacinas, e por que não, religiões, para aumentar sempre sua força e sua longevidade. O homem, desse modo, se deu à prioridade de sempre alongar o máximo sua vida.
Porém, ao mesmo tempo que ele aumentou a vida de muitos, também as diminuiu. Diminuiu no tempo de real vivência; aqueles momentos que fazem valer a pena viver um dia, uma semana, um mês, um ano. Porém, isso inicialmente não era levado em conta. O objetivo era viver. Para essas coisas existia o amor humano: viva bastante, o seu próximo viverá bastante, e a vida sempre será vivida.
Talvez esse pensamento até esteja certo, mas temos que ver que o homem nunca se tornou e creio que nunca se tornará senhor de seu próprio destino. Amanhã eu posso não acordar. Semana que vem. Mês que vem. Ano que vem. E então? E todas as vezes que eu deixei de viver, por negar algo, simplesmente porque talvez, em 20 ou 30 anos eu possa sofrer as conseqüências. Será que eu vou estar vivo para sofrer as conseqüências?
A probabilidade é grande e pequena. Vou estar vivo? Vou estar morto? Eu gostaria de estar vivo, e isso deveria me trazer para o lado em que eu devo prolongar minha vida. Porém, como eu disse acima, não sou o senhor total do meu destino. Fazendo parte do equilíbrio no qual eu acredito, eu sei que, de certo modo, eu devo fazer algum mal a mim mesmo algumas vezes, para ter um prazer momentâneo mas talvez uma conseqüência grave mais tarde. O maior objetivo, eu creio, seja saber dosar isso. Saber errar. E ao mesmo tempo, nunca planejar.
Drogas, cigarros, bebidas, remédios; todos cheios de seus efeitos colaterais. Eu, em minha vida, já experimentei de alguns deles. Não sou um viciado, mas não posso dizer que não deixo de ter vontade. Às vezes, ao enfrentar uma pressão, minha mente tem que se estabilizar lembrando que é justamente nesses momentos que eu Não devo fazê-lo. Vai deixar de ser, ao meu ver, um prazer para ser uma ajuda. Eu, felizmente, não tenho tanto acesso simples aos supracitados, então, mesmo se algum dia minha vontade em não fazê-lo falhe, vai ser difícil eu tê-los em mãos. Talvez então, quando eu tiver a chance, eu já tenha me restabelecido em ordem e não necessite mais dele, o que então me dá a chance de poder fazê-lo sem culpa nem tantos efeitos colaterais.
Amanhã eu posso acordar em outro mundo. Ou não acordar. Mas eu também posso acabar, em 20 anos, tendo dois filhos maravilhosos, uma esposa do mesmo modo, e uma vida simples e feliz. Posso ser alguém famoso, ou um político importante, que ajude a melhorar o mundo. Só que, na vida, temos que dividir nossa atenção para nós mesmos também, nosso próprio prazer, não se importando somente com os outros. Não estragando o futuro o suficiente para que seja muito doloroso. Nem estragando o presente deixando de vivê-lo.

(heating the engines)

Friday, March 10, 2006

hááá

Finalmente, apos dias de embate como mostro da virtualidade , ei-lo aqui domado e me permitindo postar. Espero que continue assim, bonzinho e simpatico.
Que venha o braimstorm e que ele seja produtivo, tanto para os que escrevem como para os que leem

Ahh obvio, que as vezes me escapa pelos dedos, sou Daniela, de SP, alguns devem me conhecer ja, aos que não, muito prazer